Quase nada II
Sou só um corpo
Um fiapo de gente
Se o pote é o físico
E a água a alma
Sou só o pote
De barro, que parece robusto
Mas é frágil
E se atirado ao chão
Se esfacela todo
Sou um quase nada
Sem água, sem alma
Vagando por aí
Com o meu pote quebradiço
Pronto para ser esfacelado
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário