Mendigo
Me perco no meio do povo
É uma multidão que não acaba mais
Uns cospem no chão para outros limparem
(há quem possa!)
Outros caminham com cachorros e vão a cabeleireiros
Numa disputa infernal
Viver
Muitos conseguem
Sobreviver
É para poucos
Apesar que
Existem mais sobreviventes
Do que ‘viventes’
(é verdade)
Uma nuvem de pessoas
Cólera de humanóides
Invadindo, lutando, desequilibrando
Quem tem o mínimo pode amar e guiar um carro
Que não tem nada
De pinga ou de cansaço
Se deita e dorme na calçada
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
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se deita e e dorme no Banheiro.
ResponderExcluirRapaz, aqui quem fala é Abel Brasil.
entre no meu blog de historietas mal contadas.
http://devaneiosdeabel.blogspot.com/
ah, é o cidão escrevendo usando pseudônimo.
abrass